Analitics

segunda-feira, maio 22, 2017

Amor a 3


Esse mundo anda realmente muito moderno! Acabei de ler agora há pouco sobre um casal de youtubers (homem e mulher) que decidiu expandir o relacionamento acrescentando mais uma pessoa (outro homem) na relação.

Aline dos quadrinhos

Essa história me fez lembrar do seriado Aline, que a Rede Globo exibiu em 2009, mas cancelou sem exibir todos os episódios programados. A personagem, saída dos quadrinhos de Adão Iturrusgarai, tinha dois namorados, Pedro e Otto, uma vida sexual ativa e livre e todos viviam muito bem com isso. Chocou as mentes mais fechadas e a TV não resistiu às pressões conservadoras. Uma lástima!

Aline da TV

Engraçado que nos anos 80 a série Armação Ilimitada mostrava como os surfistas Juba e Lula viviam super bem uma relação com a jornalista Zelda Scott, (com direito inclusive a “adotar” o pequeno Bacana). Adorava assistir! Saudade de um tempo em que éramos menos encucados e mais liberais.

Armação Ilimitada

Já na reportagem publicada pelo UOL, a coisa é um pouco diferente. Nos depoimentos mostrados, eles contam sobre como o relacionamento liberal de Tuy Possato e Biel Vaz evoluiu para abranger também o vendedor Zac Villa, e deixam claro que os três se envolvem mutuamente, sem barreiras.

Felicidades ao "trisal"!

Aí está um exemplo de liberdade de relacionamento (afetivo e sexual) capaz de dar nó na cabeça de muita gente nos dias de hoje. Há consenso, são todos adultos e estão muito bem resolvidos e felizes. Tempos modernos esses nossos...

quarta-feira, maio 17, 2017

Dia internacional de luta contra a homofobia


Para que cada um possa ter a liberdade de ser o que é, sem constrangimentos, ameaças, violência ou morte. Somos todos únicos em nossa identidade, mas iguais em direitos e obrigações. A par de nossas diferenças, devemos seguir lutando unidos por um mundo melhor para todas as pessoas.

Vamos celebrar! Vamos lutar!

terça-feira, maio 09, 2017

Entre a maratona e o conta-gotas

Sense8 até se esbaldar!

Está complicado ser telespectador nos dias de hoje. Há tantas séries bacanas pra se acompanhar, através dos mais variados meios, que fica difícil dar conta de tudo. Pior ainda é quando a gente vicia em um determinado programa e tem que esperar uma nova leva de episódios pra assistir.


Sexta feira passada (05/05), por exemplo, a Netflix liberou a segunda temporada completa de Sense8, que depois de muita espera acabei devorando até domingo (07/05), com uma maratona de sete episódios neste último dia. Ao final de todos os programas, a sensação que restou é a de um viciado que se esbalda no vício de uma só vez, sem se dar conta de que vai ter que enfrentar um prolongado período de abstinência até a nova safra.


Por outro lado, tenho acompanhado a nova temporada de RuPaul’s Drag Race, e ter que esperar uma semana para cada novo “Sashay, away!” também não é nada fácil. A gente sempre quer saber como será o próximo desafio, quem vai se dar bem e quem vai deixar a competição.


Assim, entre maratonas de um lado e episódios conta-gotas de outro, vivemos num controlado estado de constante insatisfação, à espera de programas que amamos assistir, mas odiamos esperar. No século passado a gente era feliz e não sabia, com meses de doses diárias de novela pra acompanhar...


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