Analitics

sexta-feira, novembro 30, 2007

Sorria!

Ontem entrei na fase final do meu tratamento ortodôntico. Agora voltaram as indefectíveis borrachinhas, uma de cada lado da boca, só que dessa vez nos dentes mais à frente (e mais visíveis também). Toda vez que eu abro a boca, elas aparecem, como duas melecas amarelas, ligando os dentes de cima aos de baixo.

E, pra ajudar a situação, meu dentista (que também é um grande amigo) ainda vem falando que durante os próximos três meses vou ficar igual ao Mumm-Ra, dos Thundercats!

Pelo menos tenho a promessa de me livrar do aparelho antes do carnaval do ano que vem.

Pois é, pra algumas pessoas, essa coisa de ficar bonito dá um trabalho...

sexta-feira, novembro 23, 2007

Work out

O que fazer quando o seu namorado coloca em você o carinhoso apelido de "bolinha gorda"? Eis a questão!

Tenho certeza de que, a esa altura, muitos dos leitores já devem ter pensado em várias alternativas. Muias delas passaram pela minha também. Algumas já estão descritas no Código Penal, mas não quero cometer nenhum crime, por enquanto. Também penso em conservar meus pulsos intactos, até porque precisaria de uma faca bem afiada e um corte bem profundo até alcançar umas veias bacanas.

Optei por pegar uma grana extra que recebi no mês passado e contratar umas aulas de personal, três vezes por semana. Tudo bem que apenas 16 treinos nãpo são capzes de fazer nenhum milagre, mas foram suficientes para redizir meu percentual de gordura de 21% paa 19%, com boa perda de gordura e ganho de massa magra.

Modestamente, acho que já é um bom começo.

Obs.: Nem precisa falar que o cara da foto não ou eu, né? Na verdade, eu não cheguei nem perto do "antes" nem do "depois" dele.

sábado, novembro 17, 2007

As time goes by...

Quando finalmenmte resolvo colocar a mão na massa e ajustar algumas coisas da mudança para o apartamento novo, vejo que remexer em velhas gavetas pode nos guiar para viagens no tempo. Por pouco não mandei para o lixo, sem ver, um texto que escrevi há mais de quatro anos, num momento de fossa profunda, mas do qual eu nem me lembrava de ter rabiscado.

Foi escrito após um pé na bunda que levei do primeiro homem por quem eu me envolvi emocionalmente. Eu realmente estava sem chão na época (muito embora eu tenha pintado a situaçao em cores mais intensas que as da realidade).

Como na época eu ainda era muito neurado, e talvez por medo de que alguém o lesse inadvertidamente, dei à personagem central o nome de uma garota por quem eu tinha sido apaixonado na faculdade, no tempo em que eu (achava que) era hétero.

Deu até vontade de fazer umas pequenas alterações no texto, mas prefiro transcrevê-lo exatamente como eu o reencontrei. Tenho algumas escritas como registros históricos e alterá-las seria como deturpar uma retrato antigo. Ainda mais porque o olhar diferente do "futuro" já nos faz enxergar muita coisa que não víamos no "passado" sem precisar alterar a fonte.

Interesante é notar como essa pessoa, que já foi protagonista da minha história, atualmente não faz nem figuração na minha vida. Mas, enfim, como recordar é viver, achei que seria interessante postar o texto aqui, para que ele não corra de novo o risco de ir pro lixo inadvertidamente.


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Eclipse

(06/05/2003)

Lar, triste lar. Aqui estou eu para aumentar o seu vazio. Parece que as coisas nunca mudam por aqui. Não importa se eu saio de casa logo cedo, faço um monte de coisas na rua. É só voltar e ver que tudo está do mesmo jeito. Os papéis desarrumados rigorosamente na mesma ordem. A camisa de anteontem debaixo da camisa de ontem, que vai ficar debaixo da de hoje. Os CD’s nas mesmas caixas trocadas. È claro. Não dava pra eu querer que, num passe de mágica, eles resolvessem sair voando e entrando cada um em seu devido lugar. As coisas não acontecem num passe de mágica.

Me lembro que Lígia era o sol. Mas não apenas numa acepção puramente romântica. “Você é meu sol.” Não. Dá pra fazer uma análise minuciosa sobre Lígia-sol. Antes de mais nada, ela era o coentro de tudo. Todas as decisões vinham dela. Trocar de vídeo ou comprar um DVD? Comida mexicana ou japonesa? Papai-e-mamãe ou Jô Soares? Ela centralizava tudo. “Você tem mais com que se ocupar. Cuide do seu trabalho que eu cuido da casa.” E chamava para si todos os afazeres. Concentrava tudo. E eu só me concentrava nela, me desconcentrando de todo o resto. Centro das minhas atenções, dos meus pensamentos, da minha razão.

Ela era o sol também que iluminava. Um brilho forte, capaz de ofuscar. “Abra seus olhos; estão te passando a perna.” E não é que estavam mesmo? “Você não pode continuar assim desse jeito, sem cuidado. Já olhou seu colesterol?” Estava a ponto de ter um ataque cardíaco e nem sabia. Só ela mesmo pra enxergar meu coração sofrido por detrás de tanta gordura. “Você precisa de férias. Anda muito tenso. Peça um atestado para aquele seu amigo médico. Uma semana.” Fomos para Salvador. Ela queria ver o mar. Eu só queria vê-la brilhar ainda mais. Ver aquele sorriso aberto, os olhos em brasa, a pele radiante.

Lígia era quente. Ela era o sol mais uma vez porque me aquecia. Quando estávamos juntos não havia inverno, não havia sombras, não havia frio. Éramos um. Seu corpo era uma fonte inesgotável de energia, Seu toque era capaz de incendiar. Aquela mãozinha pequena... quanta força! E os lábios? Me transportavam para outra dimensão. Para um mundo só nosso. Onde tudo acontecia ao nosso bel prazer. Ah, quanto prazer. E que tudo mais fosse pro inferno. Pois o inferno não podia ser mais quente que nossa cama, que nosso sexo. Não podia ser mais quente que o sol. E o sol é Lígia. Meu sol. Meu calor. Minha luz. Meu centro de gravidade.

Acabou. Um eclipse permanente. Ela se foi. E eu perdi o rumo, perdi o norte, perdi a orientação. Como posso prosseguir se não vejo mais o caminho? Para onde ir se não há mais direção? Se ela ao menos tivesse me deixado um manual de instruções: “Como viver a sua própria vida sem mim”, talvez fosse mais fácil. De todo jeito continuaria sendo ela, mesmo que à distância. Controle remoto. Mas nem isso...

Hoje sobrevivo por inércia. Quer pasar por mim, que passe. É inanimado? Pois que fique onde está. E me deixe no meu crescimento vegetativo. Como aquelas algas subaquáticas que sobrevivem sem a energia solar. Deixo tudo como está. Não quero mudar. Não tem mais porquê. Vou deixar meus cacos espalhados pelos cantos escuros, onde já não há mais luz.

Agora vou dormir. E quando acordar, as coisas estarão no mesmo lugar. A única coisa diferente vai ser o dia. Ou melhor, a data. Os dias têm sido sempre iguais. Eles não mudam. Nada muda. E não mudo. Continuo fugindo da vida. Parado, aqui, no mesmo lugar. Esperando por um passe de mágica. Esperando o sol nascer. De novo.

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Pra combinar com o texto, vai o Youtube abaixo, involuntariamente sugerido pelo Ricardo.



quarta-feira, outubro 17, 2007

Eu mereço!

Eu estou com uma mega espinha na ponta do nariz.
Daquelas dignas de propaganda de acnase.
Bem, até dá pra suportar a vontade de coçar o pequeno vulcão o tempo inteiro.
Já me acostumei com a idéia de ter que esperar uns três dias pra começar a secar e melhorar.
Tinha até me preparado pra zoações, do tipo “nariz de palhaço”, ou coisas assim.
Mas ser chamado de “Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho” pelo meu sócio foi um pouco demais pra minha pessoa!
Humpf!

domingo, setembro 09, 2007

Verdades e mentiras

Sobre a situação do post anterior, eu conversei com a minha amiga e a lesada nem tinha percebido a saia justa em que ela tinha me colocado. Disse que percebeu que eu estava puto no dia, mas achou que era só crise de ciúmes da amizade dela com a outra bicha, que estava pagando de homenzinho naquele dia, com abraços, beijinhos, etc.

Só depois da conversa que a ficha dela caiu, mas agora já é tarde, né? Para utilizar uma expressão de uma amiga dela, esclareci que o que ela fez me deixou “feio igual dragão”. Mas, tudo bem, bola pra frente, pois a vida continua.

Por falar em vida, nesta mesma semana fiz uma boa ação: fui doar sangue. E não foi pra ninguém em especial, mas sim como doador voluntário. Só não olhei em nenhum instante para a agulha, pois esse tipo de objeto penetrando o meu ser não me atrai em nada.

Menti descaradamente na entrevista anterior para não ser barrado. “Você já teve experiências sexuais com homens?” “Nãããããããooooooo!!!!” Menti sim, e para doar sangue mentirei quantas vezes forem necessárias. Tenho consciência das minhas práticas e faço exames todo semestre pelo Projeto Horizonte, então tenho certeza de que está tudo OK. Não sou irresponsável de querer arriscar a vida de alguém pelo que poderia ser um mero capricho meu. Não é o caso.

Engraçado que após a situação do post anterior poderia muito bem extrair uma “lição de moral”, do tipo “a mentira não vale a pena e a verdade é sempre o melhor caminho”. A situação da doação de sangue vem logo em seguida, para desmentir isso. Não que eu vá pregar a mentira como filosofia de vida, ou abraçar a máxima de que os fins justificam os meios. Não é nada disso.

Mas sou um ser humano cheio de falhas e defeitos como qualquer outro. Sempre tive um grande problema com minha imagem, o que é, na verdade, a razão de boa parte da minha terapia. Sempre fiz de tudo para ser certinho e “de tudo e mais um pouco” para parecer mais certinho ainda. Acontece que há algum tempo eu abdiquei da minha busca pela perfeição. Assumi um compromisso comigo mesmo de me permitir muito mais, até pra ajudar a colocar as minhocas no lugar quando elas esboçam alguma rebelião.

Por isso admito (ou diria talvez, confesso) pensar em adotar uma postura mais... er.... digamos... “flexível” com algumas verdades. Estou precisando disso para me sustentar sobre minhas pernas, que não se tornaram curtas, mas podem dar uma mancadinha vez por outra.

Aliás, sobre essa flexibilidade, este post é, para mim, um extremo de sinceridade. Mas já aviso aos remanescentes leitores deste blog que não esperem grandes revelações e relatos tortuosos daqui pra frente. Pois, seguindo os ensinamentos do ex-ministro Rubens Ricupero (aquele do escândalo da parabólica há uns 13 anos, no final do governo Itamar, cuja conversa com um repórter foi captada inadvertidamente por várias antenas no país inteiro), a regra é a de que “o que é bom a gente divulga e o que é ruim a gente esconde”.

Assim, se agora eu desço dois degraus no conceito de muita gente, pelo menos evito despencar ainda mais!

terça-feira, setembro 04, 2007

Cara de palhaço

Não suporto gente que vive reclamando. Do tempo. Da roupa. Da comida. Da vida. Principalmente da vida. Principalmente porque quem reclama da vida é, na maioria das vezes, o tipo de pessoa que não faz nada pra mudar a vida que tem. Nada, a não ser reclamar. O que , de fato, se é capaz de mudar alguma coisa, é apenas para pior. O que dá mais desculpa para reclamação...

E cá estou eu lutando pra não reclamar da minha vida que está melhorando muito. Mas tenho me tornado um insatisfeito comigo próprio. Volto hoje de um período de quinze dias de férias de um dos meus empregos, que tirei para me dedicar a meu escritório e colocar muitas coisas em dia.

Resultado: trabalhei mais do que o habitual, rendi menos do que esperava e não resolvi metade das coisas que esperava resolver neste período. Até porque, sinceramente, acho que não me esforcei tudo o que poderia ter esforçado. Enfim, não foram dias jogados no lixo, de forma alguma. Simplesmente, para mim, não foi satisfatório. E cá estou eu a reclamar...

Pra piorar, ontem aconteceu um episódio no qual me senti muito constrangido perto de uma irmã. Resumindo, há uma amiga mina que, para minha família, é como se fosse minha namorada. Nunca disse isso para eles, mas também nunca barrei esta "esperança". Confesso que algumas vezes até alimentei esta ilusão.

Pois bem, ontem me vi numa situação em que estávamos numa mesa de bar, além de outras duas pessoas: eu, minha irmã, esta amiga e um outro cara (também gay) pagando de homenzinho com esta amiga (abraçando, fazendo carinho, encostando, etc.).

Ficou muito feio pra mim ficar numa mesa em que minha suposta namorada (ou peguete, ou ficante, ou sei lá o que...) estava toda contente e cheia de intimidades com um outro sujeito, e eu com cara de paisagem!

Mas o pior de tudo é a consciência de que, durante muito tempo, eu alimentei esta ilusão aparentemente muito cômoda, mas tanto quanto perigosa. Paguei pelo risco e quebrei a cara. Fiquei com cara de corno, de besta, de otário, e a responsabilidade por isso tudo é minha mesmo, por fomentar uma mentira que me colocou nesta situação ridícula.

Poderia reclamar desta amiga? Não. Ela simplesmente agiu com a naturalidade e a espontaneidade de sempre. Gostaria que ela tivesse percebido a situação e cortado o sujeito, como que para defender a minha situação mesmo. Eu teria agido assim. Fiquei chateado com ela sim. Mas ela não tem obrigação nenhuma de alimentar esta minha mentira e eu não tenho como exigir nada dela também.

Poderia reclamar do sujeito? Não. Aliás, daquele lá (por sinal, o mesmo que mencionei há uns dois posts, que não teve quase ninguém presente no dia do aniversário) não espero nada de bom mesmo, nem tenho amizade para exigir qualquer tipo de colaboração.

Só posso reclamar de mim mesmo, por fomentar esta inverdade que me colocou nesta situação, repito, ridícula e constrangedora. Agora só falta saber se vou mudar de atitude ou vou continuar com tudo na mesma, sem poder fazer muito mais do que simplesmente reclamar.

Por essas e por outras não estou e suportando hoje.

sábado, agosto 11, 2007

Negócio fechado

Existem certas conquistas na vida que simbolizam verdadeiros marcos na nossa trajetória terrena. Muito embora eu insista em manter uma cara de novinho (apesar se ser quase um balzaquiano) não dá pra negar que o adjetivo de “jovem” não vai colar por muito mais tempo. A maturidade já chegou há anos e, com ela, muitas responsabilidades de gente grande.

Pra encarar o futuro é preciso ter estrutura. Acho que já consegui firmar boas bases emocionais para isso. As financeiras estão sendo feitas, com o suor de cada dia. E, nesse sentido, hoje acabo de dar um importante passo ao assinar o contrato de compra da minha casa própria.

Tudo bem que falta fechar o financiamento na Caixa e, depois disso, quitar todas as parcelas para ser 100% dono do imóvel. Ainda assim, nesta data tão especial, posso dizer que me sinto menos menino e mais adulto.

segunda-feira, julho 09, 2007

Presentes e ausentes

Talvez mais tarde eu escreva direito sobre o meu aniversário deste ano. Agora, apenas passo aqui rapidinho para registrar um pensamento que me foi dito no dia seguinte, sobre a presença nos eventos de pessoas de quem gostamos.

Tinha dois casamentos para ir no dia, e me desdobrei para estar nos dois lugares praticamente ao mesmo tempo. Comentando isso com uma grande amiga, ela fez mençao ao dia de seu casamento e disse:

"Faça isso mesmo, mão deixe de ir a nenhum dos dois. Pois, no final das contas, não importa o tempo que passe, a sempre se lembra de quem veio e, principalmente, de quem não apareceu"

A frase ficou ainda mais marcante após saber hoje de umas conversas tortas espalhadas por aí por gente invejosa. Daí se explica porque em alguns eventos o problema é falta de cadeiras e, em outros, falta de pessoas.

Em meu aniversário o estresse foi de arrumar lugar para as pessoas que chegavam, sendo que as faltas, prontamente notadas, mas não foram comemoradas, pois se estas pessas queridas tivessem aparecido, este "coração de mãe" aqui conseguiria (como sempre consegue) um espacinho a mais.

Já em outro, há pouco tempo, a figura teve que se contentar com apenas duas almas para dar parabéns de corpo presente, entre elas, a de uma hóspede que obviamente não poderia deixar de acompanhar o anfitrião. No mais, foi um festival de desculpas e mensagens de "não vou poder comparecer..." no barzinho uó da "comemoração".

No que depender de mim, se a hóspede sem sal não aparecer de novo ano que vem, a figura corre sério risco de ter de cantar parabéns para si mesma. Não expresso aqui o que desejo, mas simplesmente o que percebo. Nem se trata de vingança. É apenas questão de colheita.

Por essas e por outras que tenho rezado. Muito!

sexta-feira, julho 06, 2007

Mais um!

Mais responsabilidade.

Mais segurança.

Mais dinheiro no banco.

Mais apetrechos dentro de casa.

Mais camisas, gravatas e ternos.

Mais gordura.

Mais massa magra.

Mais tempo de academia.

Mais pessoas no ciclo de amizades.

Mais preocupações.

Mais esforços.

Mais recompensas.

Mais planos.

Mais metas.

Mais serenidade.

Mais fé.

Mais auto estima.

Mais (meia dúzia) de fios brancos.

E, last, but not least, mais sorrisos.

Mais um ano.

O último dos "inte".

Que venham mais: os "inta", todos os "enta" e, quem sabe, os "ento".

Se Deus quiser!

sexta-feira, junho 15, 2007

Regadinha

Diálogo esta semana na academia, com um conhecido que também é do babado:
- E o carinha novo que você estava com ele? Encontraram no dia dos namorados?
- Que nada... A coisa esfriou. Nem vi mais.
- Como assim? Vocês num estavam no maior love?
- Pois é. No feriado ele ficou direto lá em casa. Eu passei o final de semana inteiro na casa dele.
- E então...
- Bem, desde segunda ele não me liga. E eu não ligo pra ele também. Então, ficou assim mesmo...
- ?????
Nisso eu já tava com cara dúvida, quando ele concluiu com sua explicação com a seguinte pérola:
- Eu é que não vou gastar meus créditos ligando pra ele!

Deus do céu! Como é que uma pessoa deixa morrer assim um começo de rolo, que poderia evoluir pra namoro, ou algo mais... Nem que fosse uma amizade mesmo. Aliás, uma pessoa não. Duas pessoas. Pois qualquer um que demonstrasse um pouco de interesse poderia ligar para o outro e acabar com essa situação. Na minha opinião, ou é um caso de desinteresse mútuo colossal, ou um caso de enorme orgulho besta que acaba de forma infantil com uma coisa que poderia ser bem bacana. Ou os dois casos juntos!

Penso que uma relação é como uma plantinha que tem que ser regada, tratada, cuidada. Confesso que nunca fui muito bom em cuidar de plantas, mas sempre me esforcei em cuidar dos meus relacionamentos. Talvez por isso, ao contrário do meu conhecido, passei o dia dos namorados (ou melhor, a noite do dia dos) ao lado do meu gatinho lindo.

A noite só não foi do jeito que estava planejado porque ele passou mal o dia inteiro, com algum tipo de infecção intestinal, ou algo parecido. Teve até que ir para o hospital, tomar soro, plasil e tudo mais. Por isso não pudemos ter uma comemoração um pouco mais.... er... digamos... animada! Ainda assim, só a presença dele aqui em casa, junto ao meu lado, foi o bastante para nos tornar dois caras extremamente felizes realizados.

Por falar em relacionamentos, venho aqui dar uma regadinha no blog, pra não deixar que este espaço, e as grandes amizades que cultivo através dele, sofram de inanição.

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