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sábado, outubro 03, 2015

Gordices



Belo Horizonte tem vivido uma onda de festivais gastronômicos nos últimos tempos, que eu tenho adorado. Com o passar dos anos, e as mudanças naturais da vida de casado, eu e Personal temos ido cada vez menos em baladas e cada vez mais em restaurantes. A bebida perde espaço pra comida. Por um lado o corpo agradece pelas horas de sono a mais. Por outro, reclama mais atenção pelos quilinhos adicionados também.

Só este final de semana já há alguns eventos bacanas. Um deles se chama Fartura Gastronomia, e acontecerá ao lado da Praça da Liberdade. Fomos no ano passado e foi ótimo. O outro é o Gastronomia da Praça, que acontece na Praça do Papa. Esse ainda não conhecemos, mas ouvimos falar muito bem também.

Como ambos acontecem sábado e domingo, dá pra ir um dia em cada. Garantia de comida boa o fim de semana inteiro. E incentivo de ir pra academia durante toda a semana seguinte também!

sábado, janeiro 26, 2013

Tem sempre alguém de olho (ou de ouvido) por perto


Esta semana, num ambiente de trabalho, encontro com um velho amigo dos tempos de faculdade. Papo vai, papo vem, ele me solta a pergunta:

- Marco, dia tal você estava no Restaurante X, correto?

De fato, eu estive no tal restaurante no dia. É um restaurante muito fino daqui de BH, que eu nunca tinha ido antes. Fomos eu e Personal comemorar quatro anos de relacionamento, e por isso escolhemos um lugar bacana e inédito para nós.

- Sim, estava. Mas como você sabe?
- É que neste dia havia um casal de amigos estava lá, comemorando aniversário de namoro, e ouviu alguém comentar sobre o aniversário da minha esposa, que era no mesmo dia. Ouviu também que a pessoa, que tinha sido minha colega na faculdade, deu parabéns pra ela no Facebook. Bom, dos parabéns que ela recebeu, só vi você lá da faculdade, mas queria confirmar se era você mesmo.

Ou seja, o tal casal, que eu não faço ideia de quem seja, estava de butuca na minha conversa com o Personal,e  ao invés de aproveitar a comemoração própria, ficou xeretando o papo alheio.
Na minha mente vieram alguns pensamentos:

“Ô data pra ter aniversário!”
“Não importa onde você esteja, quando menos se imagina, tem alguém de olho no que você faz, e pronto pra sair contando por aí.”
“Ainda bem que eu estava falando bem da pessoa. Imagina se eu estivesse falando mal!!!”

Essa é uma historinha besta, sobre como as notícias correm à nossa revelia. Sobre fofoca. Sobre falar bem, falar mal, mas não deixar de falar. Essa historinha besta que me deu vontade de vir aqui, dar um alô. Falar que estou bem. Que estou feliz. E que quem é vivo sempre aparece.

Até qualquer dia!

domingo, janeiro 01, 2012

Atendimento


Já era uma tradição: toda viagem ao Rio significava a compra de uma sunga nova na praia de Ipanema. Ali mesmo, na areia, ficada uma porção de areia um pouco elevada, onde as centenas de sungas eram expostas. Coloridas. Provocantes. Para todos os gostos. O cara que assinava as sungas estava sempre por lá. E sempre mais um ou dois caras, sempre sarados, vestindo alguma das peças. Batata! Você vê um sujeito gostosão com a sunga e se imagina do mesmo jeito com ela. Hahaha! Quem na gosta de se enganar, né? Eu mesmo me enganei assim várias vezes.


O roteiro não variava muito. Achava uma sunga bonita. “Tem que ver como fica no corpo. Experimenta aí.” O bonitão vem com uma canga e te envolve para você fazer a troca, no meio da praia. Vira de um lado. “Olha só como ficou bacana…” Vira de outro. “Esse tecido assim valoriza o material.” Olho no olho. Sorrisão aberto. “E aí, gostou?” Quase sempre nem destrocava a peça. Chora um pouco o preço, pede desconto pra levar mais de uma, e a minha coleção de sungas “Ricardo Diniz” só aumentava.


Nunca levei um produto que não gostasse, mas reconheço que o atendimento fazia toda a diferença. Já na viagem de outubro passado o procurei, mas não o achei. Perguntei a uma pessoa de uma barraca que fica lá perto. “Olha, um menino que trabalhava com ele saiu. Ele parou de vir todo dia, aparece de vez em quando.” Desconfio que o tal menino era mais que mero funcionário, mas também namorado, marido, sei lá… No reveillon, procurei novamente, em vão. Pena!


Indicaram a mim um outro ponto lá perto onde também havia sungas a venda. Abaixo de um guarda-sol branco com estampas em verde. Algumas das sungas estavam penduradas no guarda-sol, e outras em uma enorme bolsa na areia. “Pode olhar os modelos aqui.” indica o vendedor, que atuava só, indicando que poderia espalhar as peças numa canga ao lado. Começo a olhar sem tirar as sungas de lá. Variedade bem menor. Beleza bem menor. O sujeito se põe na minha frente de forma abrupta, como se estivesse fazendo algo errado. “Não é assim. Deixa que eu mostro pra você, bebê.” e dispara a expor as sungas que eu já tinha visto (e detestado) na tal canga.


Já fiquei espantado. Que deselenagnte! Quem a maricona pensa que é? Afinal, que nasceu pra Bruxa do71 nunca chega a Teresa Cristina, pombas! Acho que a minha cara de espanto foi muita. “Você fala português?” me pergunta o exu, achando que sou gringo. Mal balbucio que entendo tudo que acontece.

Gosto de uma peça. Um modelo com estampa de fitas do Bonfim, em tons de cinza, interessante. Estava prestes a levar. “Tem que vestir pra ver como fica.” Eu não estava pensando em provar, mas aceitei. O vendedor vem com a canga e eu troco. Vestiu legal, até. Pergunto de não teria um modelo daqueles em cores, até como forma de sugestão de estampa. “Assim fica muito colorido. Coloca a bandeira do arco-íris de uma vez, então! Pois se fizer ma sunga assim só vou vender pra gay.” Eu dou uma olhada em volta e penso: como assim?! Onde o sujeito acha que está? Na porta do Maracanã?!?!?! Ele não reconhece o público dele ao redor?!?!?!


Nesse momento decido não levar nada. “Olha só esse tecido molinho, fixa bem no corpo. mostra mais, etc…”, ele insiste. “eu não gostei” respondi, seco, mostrando que era fim de papo. Foi então que aquele umbral ambulante fez a coisa mais grosseira possível: me estendeu a canga que usava de vestiário pra eu me trocar. “Você consegue sozinho.”

Quase não acreditei. Pedi ajuda ao Personal, que estava comigo, tirei a sunga e deixei cair no chão, pisando em cima. “Sunga na areia!”, diria Cleyciane. A cacura ficou puta da vida quando viu a peça dela à milanesa e começou a me praguejar. Viro as costas e deixo aquela mistura de Clodovil com Elza Soares resmungando sozinho.


Verdade seja dita, eu até tinha gostado da sunga, e o preço era bem menor do que eu costumava pagar com os outros vendedores. Mas detestei o atendimento recebido, e por isso não comprei. Quase disse isso na cara do sujeito, mas ainda bem que não o fiz. Ele não merece sequer esse toque. Mas aos amigos do blog, fica a dica. Atendimento é tudo!

sexta-feira, novembro 04, 2011

Fim de semana chegando...


Hoje o dia foi tenso!
Quero mais passar o fim de semana assim, relaxando e curtindo o marido.
Ia postar esta foto no outro blog, mas hoje deu vontade de colocar aqui mesmo.
Meu gatinho merece. :-)

quarta-feira, julho 06, 2011

33


Quando ainda estávamos na casa dos “inte”, sempre que perguntavam a meu melhor amigo sobre casamento, ele respondia com uma piadinha, mais ou menos assim:

- Quero casar daqui a uns 3 ou 4...
- 3 ou 4 o quê? Anos?
- Não, 3 ou 4 Copas do Mundo!

E da piadinha, vinha sempre a emenda: “Se até Jesus Cristo só foi pra cruz com 33, por que eu que vou ter pressa?”

Isso faz muitos anos... No fim das contas, esse amigo mudou de cidade, mudou de namorada (algumas vezes) e se casou (uma vez só). Pra se ver como as pessoas mudam. Ou evoluem.

Nos meus “inte” eu era bem parecido com ele em muitas coisas. No meu caso, minhas mudanças foram mais radicais. Mudei “de time”, de casa, passei a me sustentar financeira e encontrei bases mais sólidas pra me sustentar emocionalmente.

Hoje, quando completo 33, já não tenho mais medo de compromisso, de casamento, ou de felicidade. Nem considero um compromisso como uma cruz, mas sim como uma escolha. Da qual não me arrependo. E que venha o futuro!

sexta-feira, junho 17, 2011

A volta dos que não foram


Tudo na última hora. Buscar mala às 23:00. Fechar mala à 01:30. Deitar às 02:00. Levantar às 04:15. Conexão Aeroporto às 05:00. Check in para Guarulhos às 06:00. Decolagem às 07:15. Saguão de Guarulhos às 08:30. Lanche e bateção de pernas. Check in pra Buenos Aires às 12:00. Peraí!

Uma dúvida na documentação colocou uma interrogação na nossa viagem. Uma hora depois, a dúvida já era certeza. Pelo sim, pelo não, a melhor saída era não embarcar. E, de uma hora pra outra, todos os nossos planos foram pro espaço. Ou pro chão.

Susto tomado. Fome perdida. Prato pela metade. Para. Pensa. Olha. Liga. Internet. Liga de novo. Balcão de companhia aérea. Atendente. Líder. McDonald's. "Tem lugar pra dois refugiados aí?" Toca pra Congonhas. Apartamento. Amigos. Gatos. Saudades. Papo. Frango com macarronada. Sorrisos. Taxi. Rodoviária.  Donuts. Estrada. Frio. Quebra ônibus. Para. Troca de ônibus. Sono. Amanhece. Belo Horizonte. Casa. Internet. Banho. Trabalho.

Planos adiados. Não por muito tempo, se Deus quiser. Até porque, já há muitas outras viagem por vir.

domingo, maio 22, 2011

O beijo do pai


Ontem resolvi dar uma passada na casa dos meus pais, junto com Personal, assim sem nada programado. Às vezes eu fico meio sem jeito de ir pra lá com ele, pois apesar da coisa já ser explícita com minhas irmãs e com meu sobrinho, não é exatamente assim com meus pais. Óbvio que eles já sabem há tempos, mas nunca toquei no assunto com eles.

Mesmo assim, percebo cada vez mais alguns gestos deles, até para que eu me sinta mais à vontade e apareça na casa deles com mais frequência. Há dois domingos por exemplo, quando fui lá para o dia das mães, todos perguntaram por ele. Tive que explicar que ele tinha ido almoçar com a mãe dele, e mais tarde ele iria passas por lá dar os parabéns para minha mãe e minha irmã.

Só que ontem teve uma cena inédita. Após passar na casa, saímos eu, Personal e meu pai e fomos para o Shopping. A todo momento, ele foi sempre simpático e brincalhão. E na volta, ao se despedir, fiz como sempre faço, dando-lhe um beijo no rosto. Mas ao de despedir de Personal, veio o inusitado. Meu pai foi até ele e se despediu também com um beijo!



Meu pai é uma pessoa fantástica. Quando começou a cair a ficha dele que o filho era gay, percebi que ele levou bastante tempo para "digerir" a situação. Por muitas vezes ele se mostrava arredio, reticente, quando da presença de algum namorado meu na casa dos meus pais. Este gesto de aceitação, e até de carinho, que aconteceu ontem, é um exemplo de um senhor septuagenário, que por amor ao filho superou barreiras internas dificílimas.

Não me lembro de um gesto dele assim com nenhum outro genro - namorados das minhas irmãs. E isso me marcou de verdade.

terça-feira, janeiro 11, 2011

Offline


Dois anos de relacionamento não se jogam fora com um clique. E é sempre complicado explicar que focinho de porco não é tomada. Então, pra evitar qualquer tipo de mal entendido ou desgaste desnecessário no meu namoro, decidi hoje que minhas (já raras) aparições no Messenger deste blog estão definitivamente suspensas.

segunda-feira, novembro 01, 2010

Uma atípica manhã de segunda-feira

São 5:45 da manhã quando Personal se despede de mim e parte para o trabalho. Eu, na cama estou, e na cama permaneço. Beijo de despedida, viro pro lado e retomo o sono. Até aí, nada diferente de todas nossas segundas-feiras. Mas hoje não tenho hora pra trabalhar e a chuva lá fora só aumenta minha vontade de não sair do lugar.


Às 7:00 estou semi-acordado, e a rádio na CBN já não transmite o horário político. Ontem trabalhei na apuração e vi que na minha região o Serra ganhou em praticamente todas as seções, mas ainda assim não deu. O negócio agora é torcer pra Dilma não fazer merda. Eleita no Dia das Bruxas. irônico, não. Não acho que seja verdade, mas já ouvi boatos de que ela seria sapatão. Bom, isso pouco me importa. Importante mesmo é que ela governe direito. E viva a democracia!


Fico até tarde na cama. Atualizo o Só pra Enfeitar. Estou gostando de colocar posts com muitas fotos lá, ao invés de apenas uma por post, como era a proposta inicial. Os visitantes ainda são poucos. será que um dia ele vai bombar? Minha única certeza é que não vou colocar fotos explícitas lá pra garantir audiência. Se um dia quiser publicar pornografia abro um novo blog só pra isso.

Manhã de bobeira em casa e viro alvo fácil para o telemarketing da NET. E por mais dez reais mensais acrescento os canais Telecine na minha grade, aumento minha internet de 3 Mega para 10 Mega, e ainda levo degustação dos canais HBO por 30 dias. Não devo aproveitar muito essas novas aquisições. Mas, pô, por dez reais mensais a mais? O acréscimo não gera fidelização. Então aceitei.


Já não chove mais, e penso em passar no escritório. Lembro que tenho que ir ao Shopping Oi também. Mas olho para a pia e lembro que esta semana não tem faxineira. Vou dar um jeito em copos, pratos e panelas assistindo ao canal VH1-HD, que está passando um monte de clipes semi-bafônicos. Britney. Madonna. Black Eyed Peas. Sempre colocam clipes de mesmo apelo em sequencia e isso anima o meu trabalho.

Daí que o foco muda para músicas dance antigas e passa o clipe de The Bucketheads, da música The Bomb. Lógico que lendo aqui ninguém reconhece, mas taí abaixo o clipe pra refrescar a memória.


Toda vez que ouço essa música eu me lembro do Lu SGMED, dono de um dos blogs que mais curtia acompanhar no início da minha vida virtual. Certa vez ele postou algo sobre esta música, sobre o povo cantando o refrão como "pizza, hamburguer e guaranááááá".

O blog do SGMED está aí ao lado direito, na lista de In Memorian, e é uma pena que ele não escreva mais. Pelo menos tenho a promessa de que um outro blog, da mesma lista, vai voltar à ativa ainda hoje. Estou aguardando...

Agora já passa de 13:00, pia limpa, cama feita, ambos os blogs atualizados.


Nada mal para uma atípica manhã de segunda-feira dentro de casa. Daqui a pouco, almoço e rua.

sábado, outubro 16, 2010

Mudança de visual (e de ares)


Sábado passado cortei meu cabelo curto, depois de mais de ano deixando crescer. Já estava cansado da trabalheira que ele dava. Mesmo com produtos caros, tratamentos, etc., eu me dei conta de que não valia mais a pena.


É complicado contrariar o DNA. Custa tempo. Custa dinheiro. Custa paciência. Era véspera da viagem ao Rio, e já queria outro visual. Ficou muito, mas muito melhor mesmo.


O cabelo curto fez sucesso com todas as mulheres dos meus dois trabalhos. Chefes e subordinadas. Até meu sócio comemorou a mudança. Rejuvenesci pelo menos uns cinco anos. Voltei a ter cara de menino. Isso é bom! :-D


Eu e Personal chegamos ao Rio no domingo de manhã. Já na saída do aeroporto vimos um pessoal se dirigindo para o Circuito das Estações da Adidas, cuja corrida se iniciaria em pouco mais de meia hora, pertinho do nosso hotel. Se soubesse do evento, iria me inscrever pra participar. Pena.

Encontramos um casal de amigos baianos que já estava no hotel desde a véspera, nossos companheiros de viagem. Os dias foram quase sempre nublados, com alguma chuva em alguns momentos. Ainda assim valeu a pena. Encontramos amigos da turma de Fórmula Um, que saíram da cidade vizinha em que moram só pra nos ver. Meu primeiro ex (e atual grande amigo) estava na cidade, mas não consegui vê-lo. Râzi, outro grande amigo, também estava na cidade, e também não nos encontramos.


Quem eu consegui ver foi o Autor, segunda na Noite Preta. Mas ele estava mais pra lá que pra cá. Ele cumprimentou Personal, não entendeu o nome do primeiro amigo baiano e reclamou do nome do segundo amigo baiano, pois era seu xará. Estava com uma menina linda, que conheceu na fila, e por pouco quase ficou parecendo hetero :-P

De saídas, além da Noite Preta na segunda, teve também Le Boy no domingo. Mega fila pra entrar. Go-go Boys que não dançavam nada e faziam cara feia quando fui bater uma foto deles. Fiquei de cara com isso! Bom, um deles dançava de toalha (e apenas de toalha) numa estrutura sobre o bar. Apontei a câmera, ele fechou a cara e ficou de costas. Só de sacanagem, enfiei a câmera por baixo da toalha e registrei aquilo que ele escondia debaixo dela. Longe de ser grandes coisas...



Foi uma viagem curta, sem sol e praia, mas com uma boa dose de mudança de ares, pra renovar energias e tirar um pouco do estresse do dia-a dia. No próximo mês, o pit stop é em São Paulo.

sexta-feira, outubro 01, 2010

Curtas

Muitas coisas pra escrever, mas a cabeça não está tão legal. Risco de deixar muita coisa sem registro. Momento perfeito para mais uma edição de curtas.

-         Tenho andado um tato disperso, lento e pouco produtivo. A máxima do “só funcionar sob pressão” nunca esteve tão presente.
-         Problemas de saúde na família. Estamos próximos de fechar o diagnóstico de uma doença grave em meu pai. Todos estamos bastante mobilizados e abalados. Foda.
-         Por essas e por outras, aço que estabeleci um ponto de fuga. É meu novo blog: Só Pra Enfeitar. É sempre rápido, fácil e prazeroso mexer com ele. Serve para uns poucos momentos de alívio.


-         Assisti ao filme Nosso Lar. Recomendo. Pendo em ler o livro, até porque tenho lido muito pouco. Espiritismo em alta ultimamente.
-         Integração de Personal com a família cada vez maior. É o queridinho das cunhadas. De uma delas, além de Personal Trainner, é praticamente pricólogo e confiente.
-         Tenho estado cada vez mais próximo de meu sobrinho. Ele e a namorada adoram programas comigo e com Personal. Um dia desses ainda os levo para uma balada gay, especialmente pra ela conhecer. Quase aconteceu já.


-         Passei a maior raiva na lanchonete Black Dog outro dia. Numa promoção da Jovem Pan do tipo “os cinco primeiros que chegarem ganham um cachorro-quente”. Eu e Personal estávamos entre esses cinco primeiros. Vieram com um papo de que os lanches grátis já tinham sido dados. Mentira. Havia dois advogados entre os lesados. Teve polícia (aliás, um PM liiiiiiiiiindo, super educado e charmosão). Essa história ainda vai render.
-         Saí do Muai Thay. O professor é muito bom, mas os alunos eram muito poucos, e eu estava perdendo muitas aulas também. Não estava valendo a pena. Foi bom enquanto durou.


-        Por outro lado, estou cada vez mais ligado no lance de corridas. Fim de semana passado participei da minha terceira. Difícil pra caralho! Várias subidas e descidas. Meu tempo foi pior que da última vez, mas pelas diferenças de trajeto, horário, etc., acho que meu desempenho foi melhor. Que venham as próximas!


-         Ouvi gente no meu trabalho falar que não votaria mais no Anastásia para Governador de Minas Gerais pelo fato de ele ser gay. Quase todo muno aqui ficou surpreso pela justificativa da mudança de voto. Uma colega de trabalho disse a essa pessoa que tinha ficado decepcionada com a atitude. Após muitos argumentos, parece que ela reconsiderou a decisão.
-         Personal não agüenta mais eu ver todos os debates na televisão até de madrugada. Paciência...


-         Parece que Irmã do Meio arrumou um paquerinha minimamente sério. Tomara que dê certo (com trocadilho).
-         Melhor amiga tendo crises de recaída pelo ex (que queria, inclusive, estragar nossa amizade). Achei que essa história já tinha acabado, mas pelo visto o cara não sai do pé dela. E ela já gostou muito dele. Mas,graças a Deus, parece que não tem volta. Ela merece coisa muito melhor.

Falando em ex, Melhor Amiga e Irmã do Meio encontraram meu último ex recentemente. Ele as viu e fez questão de as ignorar, solenemente, mesmo após elas o terem chamado pra cumprimentar. Muito mudado ele, segundo disseram. Ficaram indignadas. Mas isso é assunto que ernde um post inteiro.

quinta-feira, setembro 16, 2010

Energia da Bahia


Passei o último final de semana na Bahia. Viagem rápida, chegando sábado de madrugada e saindo domingo no fim do dia. Deu pra pegar uma prainha em Salvador no sábado, tomar o Ferry Boat no fim da tarde e curtir uma festa super bacana à noite na Ilha de Itaparica.


Fomos eu, Personal e minhas duas irmãs. Revimos amigos queridos e conhecemos um monte de gente bacana. Trouxe de volta muitas fotos, ótimas lembranças e uma tatoo tribal de henna no braço direito. Bom, pelo visto a henna usada era bem vagabunda, pois já na segunda-feira a tatuagem estava bastante desbotada. Mas já serviu de test drive para a definitiva que ainda pretendo fazer.


O tempo foi realmente muito curto, mas deu pra recarregar um bocado as baterias, que estavam bastante fracas. Praia, mar e sol são excelentes fontes para mim. Pelo visto, na Bahia, esta força energizante é ainda maior. Estava mesmo precisando disso!

PS.: Só pra esclarecer, a tatoo da foto não é minha, nem o braço. Mas é mais ou menos do estilo e do tamanho da que quero fazer.

quarta-feira, setembro 08, 2010

Run, Marco, run



Recentemente descobri o que promete ser uma nova paixão: correr.



Nas últimas semanas participei de duas corridas aqui em BH, de 5 km cada. na primeira, meu tempo foi de cerca de 32 minutos. na segunda, que eu achei que quase iria morrer, consegui completar em 28 minutos. Isso sem nenhum tipo de treinamento especial!


Estou gostando cada vez mais dessa idéia. Ambientes bacanas. Atividade saudável. Gente bonita. Alto astral. Tudo isso com a companhia do namorado Personal, qua também entrou na onda e dá a maior força!

terça-feira, julho 06, 2010

Hoje é dia...


Hoje é dia de meu aniversário.
Hoje é dia de fazer balanço dos últimos doze meses.
Hoje é dia de constatar (mais uma vez) que há doze meses eu não saberia adivinhar como estaria minha vida hoje.
Hoje é dia de reconhecer que tenho certo medo de como minha vida poderá estar daqui a doze meses.
Hoje é dia de recordar os apertos no(s) trabalho(s), na pós-graduação, na academia, e em todo o tempo investido nestas atividades. Os resultados valeram a pena?
Hoje é dia de me lembrar daqueles quinze minutinhos a mais na cama de manhã. Ou meia hora a mais na cama de manhã. Ou uma hora a mais na cama de manhã. E multiplicar por 365. Valeram a pena?
Hoje é dia de ver minha casa mais ampl,a clara e arejada que há um ano atrás. E de reconhecer que assistir a Copa em HD seria melhor se já tivesse comprado uma porcaria de sofá para a sala.
Hoje é dia de celebrar que estou mais próximo de minhas irmãs e de meu sobrinho, e de perceber que tenho que buscar esta mesma proximidade com meus pais – o quanto antes!
Hoje é dia de ganhar um post de homenagem do meu amigo querido Soccer Boy, e com isso ver as visitas ao blog dispararem.
Hoje é dia de ficar de olho no Gmail, no Orkut, no Twitter, pra ver quem se lembrou da data (na verdade, pra ver quem reparou no aviso do sistema e se deu ao trabalho de gastar 30 segundos – e uns poucos cliques – para enviar mesmo que um protocolar “parabéns”).
Hoje é dia de abraços e de beijos, quase todos sinceros, de quem se vê todos os dias.
Hoje é dia de celebrar os amigos de ontem, de hoje e de sempre, cada um no seu quadrado de meu multifacetado coração.
Hoje é dia de receber ligação do namorado à meia noite, com mensagem romântica e tudo, e pensar o quanto eu tenho sorte em ter uma pessoa tão amada e companheira ao meu lado.
Hoje é dia de jantar na casa dos pais, planejar a comemoração com os amigos mais para o final da semana, e imaginar a o fim da noite na cama de casa.



Mas hoje, só por ser meu aniversário, não é dia de agradecer a Deus por todas as minhas conquistas nestes 32 anos de vida. Pois isso é algo que faço todos os dias. Obrigado!



UPDATE: E hoje também não é o dia da chegada do Marthy McFly em "De Volta Para o Futuro", apesar de muita gente ter se deixado enganar pela imagem acima, não é mesmo Paulo? Hehehehe!

sexta-feira, junho 25, 2010

Presente

Hoje é niver de Personal, meu namorado, e olha só o que ele ganhou de mim como presente: uma camisa de goleiro do Cruzeiro, estilo "retrô", com escudo estilizado e autógrafo do Fábio.


A bem da verdade, o modelo que eu dei não foi o da foto de cima, mas o desta aqui debaixo. Mas como não achei imagem do Fábio com ela, achei melhor colocar as duas fotos, pro post ficar mais bonito, não é verdade?

quarta-feira, junho 23, 2010

Compras

Às vésperas do Dia nos Namorados, estava eu rodando em um shopping aqui de BH, para comprara o presente de Personal. Havia decidido dar uma cueca bacana e um par de óculos escuros.



Pra comprar a cueca, foi tranquilo. O negócio é que os vendedores atendiam como se a compra fosse para mim, e eu não fazia questão de explicar que não se tratava disso. No local onde comprei, não sei se a mulher estranhou quando pedi que embrulhasse pra presente. Pelo menos, não demonstrou nada diferente.


Já para comprar os óculos a coisa ficava meio esquisita, pois já chegava dizendo que era pra presente (não dizia de que) e pedia pra ver os modelos masculinos. Nem queria fingir que era pra mim, pois em termos de óculos temos gostos e estilos de rostos bastante diferentes. Acontece que nas minhas andanças identifiquei muita gente em situação parecida com a minha, e foi na loja de óculos que rolou o seguinte diálogo entre um cara - visivelmente bichinha - e o atendente.

- Eu quero ver os modelos de óculos escuros que você tem.
- É pra você?
- Não, é presente.
- Para homem ou pra mulher?
- É para um (cof, cof, cof) "amigo".

E foi nesse momento que o atendente, que já devia ter atendido vários na mesma situação, lançou a pergunta que pra mim fantástica - foi objetivamente ao ponto sem ser ofensiva ou deselegante.

- E o seu amigo tem um estilo mais discreto ou mais... despojado?


Foi quando eu pensei: "Despojado"? Quer dizer agora que pintosa mudou de nome?
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