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sexta-feira, outubro 01, 2010

Curtas

Muitas coisas pra escrever, mas a cabeça não está tão legal. Risco de deixar muita coisa sem registro. Momento perfeito para mais uma edição de curtas.

-         Tenho andado um tato disperso, lento e pouco produtivo. A máxima do “só funcionar sob pressão” nunca esteve tão presente.
-         Problemas de saúde na família. Estamos próximos de fechar o diagnóstico de uma doença grave em meu pai. Todos estamos bastante mobilizados e abalados. Foda.
-         Por essas e por outras, aço que estabeleci um ponto de fuga. É meu novo blog: Só Pra Enfeitar. É sempre rápido, fácil e prazeroso mexer com ele. Serve para uns poucos momentos de alívio.


-         Assisti ao filme Nosso Lar. Recomendo. Pendo em ler o livro, até porque tenho lido muito pouco. Espiritismo em alta ultimamente.
-         Integração de Personal com a família cada vez maior. É o queridinho das cunhadas. De uma delas, além de Personal Trainner, é praticamente pricólogo e confiente.
-         Tenho estado cada vez mais próximo de meu sobrinho. Ele e a namorada adoram programas comigo e com Personal. Um dia desses ainda os levo para uma balada gay, especialmente pra ela conhecer. Quase aconteceu já.


-         Passei a maior raiva na lanchonete Black Dog outro dia. Numa promoção da Jovem Pan do tipo “os cinco primeiros que chegarem ganham um cachorro-quente”. Eu e Personal estávamos entre esses cinco primeiros. Vieram com um papo de que os lanches grátis já tinham sido dados. Mentira. Havia dois advogados entre os lesados. Teve polícia (aliás, um PM liiiiiiiiiindo, super educado e charmosão). Essa história ainda vai render.
-         Saí do Muai Thay. O professor é muito bom, mas os alunos eram muito poucos, e eu estava perdendo muitas aulas também. Não estava valendo a pena. Foi bom enquanto durou.


-        Por outro lado, estou cada vez mais ligado no lance de corridas. Fim de semana passado participei da minha terceira. Difícil pra caralho! Várias subidas e descidas. Meu tempo foi pior que da última vez, mas pelas diferenças de trajeto, horário, etc., acho que meu desempenho foi melhor. Que venham as próximas!


-         Ouvi gente no meu trabalho falar que não votaria mais no Anastásia para Governador de Minas Gerais pelo fato de ele ser gay. Quase todo muno aqui ficou surpreso pela justificativa da mudança de voto. Uma colega de trabalho disse a essa pessoa que tinha ficado decepcionada com a atitude. Após muitos argumentos, parece que ela reconsiderou a decisão.
-         Personal não agüenta mais eu ver todos os debates na televisão até de madrugada. Paciência...


-         Parece que Irmã do Meio arrumou um paquerinha minimamente sério. Tomara que dê certo (com trocadilho).
-         Melhor amiga tendo crises de recaída pelo ex (que queria, inclusive, estragar nossa amizade). Achei que essa história já tinha acabado, mas pelo visto o cara não sai do pé dela. E ela já gostou muito dele. Mas,graças a Deus, parece que não tem volta. Ela merece coisa muito melhor.

Falando em ex, Melhor Amiga e Irmã do Meio encontraram meu último ex recentemente. Ele as viu e fez questão de as ignorar, solenemente, mesmo após elas o terem chamado pra cumprimentar. Muito mudado ele, segundo disseram. Ficaram indignadas. Mas isso é assunto que ernde um post inteiro.

quarta-feira, maio 26, 2010

Pernas pra que lhes quero!

Ontem à noite, mais uma aula de Muay Thai, e eu ainda não comprei nenhum apetrecho de proteção. Nada de faixas, luvas, nada de calção apropriado (daqueles grandões) e, pior de tudo, nada de caneleiras. Saí da academia com vários "calombos" roxos nas canelas, como se eu tivesse tomado porrada de um monte de duendes minúsculos e revoltados.

Hoje pela manha, quase me atraso para um compromisso profissional. Depois de desistir de uma carona que demorava e pegar um taxi, passando pelo trânsito nada amistoso, cheguei na porta do prédio em coda da hora para o comprimisso, com uma fila quilométrica para os elevadores. A cliente já esperando lá em cima. Resultado: subir 12 andares de escada em cerca de dois minutos (ou menos).

Antes do almoço, saída com equipe do escritório para comprar materiais para lá. Lista de compras nas mãos, o local é como um grande supermercado. Com a diferença de que quando se vai ao mesmo lugar de sempre, para comprar arroz, macarrão e congelados (e a gente sabe onde fica cada coisa), fui comprar caixas de papel, Pastas A-Z, etiquetas, furadora, grampeadores, etc. Sem saber onde ficava nenhum grampo de papel, foi uma andação que durou quase uma hora.

Chegando no meu segundo trabalho, depois do almoço, percebo que o prédio está sem energia. Mais sete lances e meio de escada. Isso pra eu chegar (atrasado) e soltar a piadinha: "Não precisam esperar mais. Podem ligar a energia que eu acabei de chegar!". Pois como mágica, foi só eu acabar de falar que a luz do prédio voltou imediatamente. E eu pensei na mesma hora, que se tivesse atrasado mais dois minutos apenas, tinha subido de elevador...

Acho que hoje vou na loja de esportes procurar aquelas caneleiras! Só de precaução, o gelol já está na mochila.

sexta-feira, maio 21, 2010

Fight

Em toda a minha infância e adolescência, sempre fui um cara muito magro. Não era apenas magrinho, não. Era magrelo mesmo! Meu namorado mesmo viu uma foto antiga minha e me disse, na lata, que se me conhecesse naquela época, não daria nenhuma bola pra. Eu era algo como um Dhalsim, só que sem sabe esticar as pernas.

O tempo foi passando e meu metabolismo se alterando. Sempre que pensava em algum tipo de dieta ou exercício físico, o objetivo sempre foi pra ganhar, e nunca pra perder peso. Por uma época fiquei encorpadinho. Mas o biotipo familiar, no tempo natural, se manifestou, e uma insistente barriguinha (no estilo da barriga do meu pai) começou a aparecer. Nunca corri o risco de ficar igual a um E. Honda, Mas melhor não bobear, certo?

Daí que entre inúmeras idas e vindas à academia, estou numa fase mais frequente há alguns meses. E pra completar, resolvi me inscrever em aulas de lutas que começaram por lá. Como o lugar não é uma casa de ares marciais, mas uma academia que resolveu colocar umas aulas de lutas, então algumas deficiências são vistas facilmente.

Fiz uma aula experimental de Boxe, mas não gostei tanto. Muita gente e pouca atenção do professor, que tinha que se desdobrar para dar exercícios diferentes para pessoas com nível diferente de treinamento. Sem contar que alguns alunos tinham que revezar o único par de luvas disponível no local. Resultado, muito tempo ocioso, e sensação de que pouco exercício foi feito. Não rolou. Balrog loses.

Depois fiz uma aula experimental de Muay Thai. Aí foi completamente outro nível. Primeiro porque tinha um quinto dos alunos, o que garantiu uma atenção do professor bem maior. Segundo porque a aula não parou em quase nenhum momento, com muito exercício aeróbico e bastante treino de golpes variados, com braços e pernas. Por fim, porque o treino tem bastante contato físico, e nem preciso dizer que achei isso ótimo! Sagat wins! Perfect!

Mas, por falar em Street Fighter, lembro-me dos meus tempos de criança, quando jogava muitas fichas no fliperama. Enquanto a maioria dos garotos escolhia os hadukens e shoruykens de Ryu e Ken, eu gostava mesmo é de distribuir trocentos chutes com a Chun Li. Seria isso indicativo de alguma coisa na minha vida futura?
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